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Lógica canina
Devemos compreender a lógica
canina. O cão somente relaciona ação e reação
que acontecem no mesmo momento.
Exemplo: Um cãozinho está
sozinho. Talvez ele sinta medo pela falta de companheiros. Talvez ele esteja
simplesmente desocupado e com muita energia. O que fazer? Ele pula no sofá
e "brinca" com almofadas ou ele arranca flores para brincar (ou pode ser até
que coma terra dos vasos por falta de sais minerais?) etc..
O responsável volta.
Vendo a bagunça, ele grita, xinga e bate no cão. O cão
raciocina: O responsável
volta, apanho. Da próxima vez, ele
vai se ocupar da mesma maneira, já que o
cão liga o fato de apanhar à volta do responsável e
jamais à sua bagunça. Mas desta vez, já mais sábio,
ouvindo a chave na porta, se lembra do castigo da última vez.
Ele se encolhe, com o cauda entre
as pernas (significa: Não sou ninguém!), tenta lamber
a boca do responsável (significa: Você é o
chefe!) deita de costas e ainda pode ser que molhe o tapete (significa:
Por favor, não me faça nada, desculpe, lembre-se de que sou
nenê!)
E o responsável? Ele pensa
"este sem-vergonha, é claro que ele está com a consciência
pesada. De novo estragou coisas e ainda molha meu tapete tão
caro!" O cãozinho apanha de novo. E assim vai até o responsável
se desfazer desta "peste".
Quem não conhece um caso
semelhante? Existem
segredos para transformar uma "peste" no orgulho da casa! -
Melhor
evitar um caso destes! O cão e o responsável
usam linguagens diferentes. O convívio seria mais fácil se
o mais inteligente aprendesse a linguagem do outro.
Nosso cão não faz nada por maldade,
ele quer agradar. Ele não tem uma noção da nossa "moral".
Se o cão comete um "crime", precisamos
saber que o erro certamente foi nosso. Este erro podia ter sido evitado!
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