São Leopoldo - Rio Grande do Sul - Brasil

Veja também:


Leia "O GRITO"
Notícias
Sofrimento no prato

Animais gritam:

Circo
Rodeio (filme)
Rodeios
Animais como alimento
O Natal da vaca 2804

Texto do filme:
"Earthlings"


Notícias do mundo animal

Última atualização: 06/03/07

    Heróis

  1. Pit bull deu a vida para salvar o dono
  2. Um cão salvou uma criança de 1 ano de ataque de uma cobra
  3. Cão evita acidente aéreo em aeroporto da Itália
  4. Vira-lata salva dono de ataque de pit bull
  5. Anti-Herói

  6. Pessoa negativa: O deputado EDISON PORTILHO (RS)
  7. Matando animais em nome da curiosidade e crueldade

  8. DECLARAÇÃO DE UM MÉDICO ANTI-VIVISSECCIONISTA
  9. Diga não aos experiências com animais!
  10. NÃO ao uso de Animais no Ensino Superior
  11. Diversos

  12. Perfume na base de maus tratos
  13. Em casos de intoxicação de animais:
  14. 52ª Festa do Peão de Boiadeiro em Barretos
  15. Saúde do Beija-flor
  16. Cães em apartamentos!
  17. AlementaçÃo sem sofrimento animal

Pit bull deu a vida para salvar o dono...

Thor, um cachorro da raça Pit Bull, de um ano e seis meses de vida, está à beira da morte por causa das mais de 300 picadas de abelhas, recebidas enquanto tentava salvar seu dono, o torneiro mecânico Tiago Barbosa Andrade, morador do bairro São Miguel, em Lages. Na última sexta-feira à tarde, como de costume, Tiago saiu de casa, acompanhado pelo cachorro, para pescar no rio Caveiras, em um local que fica nos fundos da área conhecida como Morro do Prudente. Lá, também como fazia periodicamente, atravessou o rio por cima de uma tubulação. Quando chegou do outro lado, percebeu que o companheiro havia ficado na outra margem. Voltou para ver o que tinha acontecido e quando chegou viu que Thor estava sendo atacado por um enxame de abelhas. "Corri para tentar livrá-lo das abelhas, mas ele não deixava que me aproximasse, impedindo, assim, que as abelhas me atacassem também",

Contou Tiago. "Mesmo assim, os insetos vieram para cima de mim e o Thor veio me ajudar. Puxou meu moletom até que as abelhas saíssem. Mesmo assim, recebi picadas por todo o corpo e muitas delas ficaram presas ao meu cabelo que tive que cortar", contou ele. Para proteger o dono, Thor corria cada vez que Tiago se aproximava, até que se perdeu e, apesar das buscas, somente foi encontrado, por pescadores, na tarde de sábado (10). Foi o irmão de Tiago quem encontrou com os pescadores quando eles carregavam o animal, quase desacordado, cheio de marcas dos ferrões que recebeu. O cão foi levado ao veterinário. Thor foi atendido pela médica veterinária Caril Schweitzer Dalmolin que, desde o internamento, utilizou-se de todos os procedimentos possíveis para o quadro do animal que, pelo número de picadas e grande quantidade de toxinas (apitoxina) no organismo, apresentava nefro e hepatoxicidade, com sinais de icterícia, além de vômito, sangramentos (hematemese) e convulsões neurológicas.

"Em todos os anos de profissão já assisti muita situação, mas esse caso me comoveu. O cão, literalmente, deu a vida pelo dono, numa atitude de coragem e dedicação", disse a veterinária, emocionada. "Foi uma lição de vida, vou guardar o olhar dele para sempre", completou. Apesar dos esforços o animal não reagiu a nenhum dos tratamentos, apresentando comprometimento de diversos órgãos. Thor morreu por volta das 15h30min de ontem. "Se ele não tivesse morrido teria que optar pela eutanásia para libertá-lo do sofrimento", argumentou Caril.

Caril chama a atenção para o fato de que os cães da raça Pit Bull são considerados agressivos, isso porque são o resultado de uma mistura de raças, criada para a defesa e o ataque. "No entanto, assim como existem as pessoas boas e as más, também existem os cães bons e os maus", frisou ela. "Os Pit Bulls são da mesma forma: se forem criados com amor, carinho e dedicação, serão cães dóceis e companheiros de seus donos", concluiu ela.

Tiago conta que pegou Thor quando ele tinha cinco meses e sempre procurou criá-lo junto a outras pessoas, sempre com muito carinho. "Ele não era um cão agressivo", concluiu o torneiro mecânico.
para cima
O deputado

EDISON PORTILHO

(RS) teve a desventura de criar um projeto de lei que permite que os animais sejam torturados e sacrificados em rituais religiosos. O Deputado EDISON PORTILHO, sabendo que os protetores dos animais se manifestariam, fez a seguinte trama: marcou a apresentação para votação da lei num dia de julho, mas fez um chamado urgente e marcou a reunião às pressas, mais cedo. Os únicos avisados foram os demais deputados. Ou seja: não havia defesa. Os animais não tiveram oportunidade de ter pessoas que os representassem. Quem poderia responder por eles? E aconteceu o que mais temíamos: houve 32 votos contra os animais e apenas 2 a favor. Os animais agora poderão ter olhos e dentes arrancados e cortados em vários pedaços para fazer o tal Banho de Sangue. Os animais que não servem mais para o ritual são mortos a sangue frio, conscientes e sem qualquer anestesia ou método de desensibiliação. Por isso, vamos garantir que o "ilustre" deputado nunca mais consiga se reeleger Passe adiante, grave este nome EDSON PORTILHO e garanta que este deputado não se eleja mais para nada...

Os animais contam com você!
para cima

Saúde do Beija-flor

É comum quando gostamos de pássaros, especialmente beija-flores, colocarmos-lhes água com açúcar nos bebedouros. Entretanto saibam que

ISSO MATA O BICHINHO.

Deixem- me explicar melhor: o açúcar em contato com a água forma um fungo que traz doença, semelhante ao câncer, no biquinho do beija- flor

A saída é comprar Thrill ou assemelhados, como o Néctar que é vendido nos supermercados e que já vêm adoçados sem adição de açúcar, garantindo, desta forma, a saúde do bichinho! O pacote custa R$ 6,70 e dura 2 ou 3 semanas dependendo da quantidade de bebedouros que você tiver. Além do mais você pode deixar a solução lá por 5 dias sem problemas, enquanto que a água com açúcar tem que ser trocada diariamente, e o bebedouro deve ser fervido e muito bem limpo para não matar o beija- flor.

O problema é que a grande maioria das pessoas não sabem disso, então, por favor, divulguem a informação pois é muito triste sabermos que as pessoas que gostam de cuidar dos beija-flores podem acabar provocando suas mortes. Beijos de quem AMA pássaros ... SOLTOS !!
para cima

Promotor defende bem-estar de porcos e frangos

ZH – 141007 – Nº 15392

Se métodos de criação não forem alterados, ele vai ajuizar ação
Observar como vivem os frangos destinados à avicultura de produção de ovos e os porcos reservados à suinocultura motivou o promotor Jaime Chatkin a lutar pelo bem-estar dos animais na região de Pelotas.
Indignado com a disposição dos bichos nas gaiolas e a restrição de movimentos e técnicas - que incluem extração de dentes e corte dos bicos - , Chatkin abriu inquérito civil para investigar maus-tratos.
Vegetariano, o promotor só consome ovos cujo aviário atesta a procedência de aves criadas semilibertas. E transformou sua convicção pessoal em bandeira de luta no Ministério Público de Pelotas.
- Nunca vi nada tão degradante como o tratamento aos animais - diz.
Além das vistorias, ele fez audiências com produtores e afirma que as práticas impedem os animais de ter comportamento natural. Agora, Chatkin pretende propor acordo para que os métodos sejam alterados ou ajuizar ação contra os produtores.

Maria Luiza Nunes, presidente do Movimento Gaúcho de Defesa dos Animais, apóia a iniciativa:
- As normas técnicas estão hierarquicamente abaixo da Constituição. O promotor está amparado na lei maior.
Chatkin afirma ainda que as Boas Práticas de Produção (BPPs), orientações técnicas que levam em consideração o bem-estar animal na suinocultura e na avicultura de postura são insuficientes. Ele afirma que as BPPs dão prioridade ao lucro.
O promotor cita como exemplos as dimensões reduzidas de gaiolas e jaulas. Nas vistorias, ele encontrou suínos maiores do que as jaulas onde viviam, provocando ferimentos.
( eduardo.cecconi@zerohora.com.br )
EDUARDO CECCONI
Saiba mais
Boas Práticas de produção
- São baseadas em especificações legislativas, requisitos sanitários e padrões de higiene das áreas de ambiente, manejo, bem-estar, sanidade, nutrição e segurança alimentar
- O manejo dos animais é minuciosamente descrito, com indicações de materiais, produtos, prazos, dimensões e métodos específicos. Nas indicações de gaiolas, por exemplo, seguem-se as orientações dos fabricantes
Constatações do MP
- Segundo o promotor Jaime Chatkin, as propriedades rurais adotam métodos que buscam o lucro e a produtividade, em detrimento ao bem-estar animal.
- Nas vistorias, ele encontrou aves espremidas em pequenas gaiolas e suínos enclausurados em baias solitárias.
- Para Chatkin, a privação de movimentos soma-se a mutilações e encurtamento do período de vida. Também há crítica ao descarte de filhotes ou machos e aos métodos de abate.
- A promotoria pretende mostrar como são produzidos ovos e carne comercializados, para que o consumidor escolha o produto conhecendo o manejo do animal.
para cima

Vira-lata salva dono de ataque de pit bull

Portador de deficiência física Paulo Sergio de Jesus foi atacado por cão enfurecido. Dono do pit bull foi autuado por omissão de cautela na guarda ou condução de animais. O portador de deficiência física Paulo Sergio Moreno de Jesus, 38 anos, foi salvo pela cadela dele do ataque de um pit bull, na tarde de segunda-feira (8), no Centro de Bataguassu (MS), que fica a 334 quilômeros de Campo Grande. A cadela, chamada Bruna, sofreu cortes profundos no focinho e nas orelhas. Ela foi medicada e não corre risco de morrer. O cortes não foram suturados, pois a idade de Bruna não é conhecida, o que impossibilita saber a dosagem exata de anestésico.

Segundo a Polícia Civil, Jesus estava transitando pela calçada quando um cão da raça pit bull, enfurecido, tentou atacá-lo. O animal foi contido pela cadela dele, uma vira-lata.De acordo com Jesus, Bruna caminhava ao seu lado quando o pit bull começou a rosnar. "Ela pulava e ficava na minha frente sempre que o cachorro tentava me atacar", disse. Por várias vezes o pit bull tentou atacá-lo. Um policial teve de ajudar Jesus durante uma das investidas do cachorro. Eu a conheci em Bataguassu há dois anos. Ela vivia com outros cachorros de rua. Sempre que passava por lá, ela me seguia. Comprava algo para comer e dava para ela. Peguei carinho. Agora, ela não larga de mim", disse Jesus. O dono do pit bull, que é veterinário, se prontificou a redobrar a vigilância sobre o animal para evitar novos ataques. Ele foi autuado pela polícia por omissão de cautela na guarda ou condução de animais.
para cima
<

DECLARAÇÃO DE UM MÉDICO ANTI-VIVISSECCIONISTA

O Prof. salvatore Rocca Rossetti, cirurgião, professor de Nefro-Urologia da universidade de Turim, chefe do Instituto de Urologia da Univesidade de Turim e membo da LIMAV:

"Vi cirurgiões fazerem experiências com certos órgãos de um cão acreditando q fossem idênticos aos órgãos dos seres humanos e não sabiam que estavam cortando um órgão diferente: uma glãndula linfática em vez da tiróide. Não conheço ninguém que tivesse virado cirurgião porque aprendeu a operar em animais. Ao contrário, só DESAPRENDEU. Pude observar isso durante muitas décadas na minha profissão e na qualidade de diretor de institutos. Infelizmente com muita freqüência não se tem tempo para tomar o aluno pela mão e conduzi-lo através de um estudo semiótico (dos sinais de uma doença) ou não se ensina a ele como operar o fígado de um paciente ou como aprender as práticas cirúrgicas (o que significa um grande investimento de tempo). Envia-se este aluno, sem qualquer experiência e quase sempre sozinho, para um laboratório de cirurgia animal, com a esperança infundada que ele possa ali aprender alguma coisa. Há outros modelos de aprender a técnica operatória; p.ex., o cadáver humano, que representa a base fundamental para qualquer cirurgião.

Realizei dezenas de milhares de intervenções nos homens sem nunca ter feito antes no animal. Fazer operações importantes todos os dias faz parte do nosso trabalho. Não apenas eu, mas todos nós trabalhamos assim e NINGUÉM FEZ EXPERIÊNCIAS COM ANIMAIS. Cada um de nós foi treinado, após a formação teórica por um artesão na prática operatória. A cirurgia é um artesanato que é transmitido de pai para filho. Chegamos lentamente a uma tal maturidade que nos permite - tendo aprendido a técnica básica em larga escala - fazer todo o resto. TRATA-SE DE TER A CONSCIÊNCIA E O CONHECIMENTO À ALTURA" (Declaração feita à OIPA -Organização internacional de Proteção Animal - em 1991)
Quem não concorda com isso com certeza não tem a consciência nem o conhecimento à altura...

PAISES ESTAO DIZENDO NÃO À VIVISSECÇÃO

Várias diretrizes da União Européia foram firmadas com o propósito de abolir os testes com animais, dentre eles o terrível DL 50. Trata-se, portanto, de uma tendência mundial, em que a preocupação com o bem-estar dos animais de laboratório provoca discussões éticas no meio acadêmico e científico.

Na Europa muitas faculdades de medicina não utilizam mais animais, nem mesmo nas matérias práticas como técnica cirúrgica e cirurgia, oferecendo substitutivos em todos os setores.

Na Inglaterra e Alemanha, a utilização de animais na educação médica foi abolida. Sendo que na Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda) é contra a lei estudantes de medicina praticarem cirurgia em animais. Note-se que os médicos britânicos são comprovadamente tão competentes quanto quaisquer outros.

A produção de anticorpos monoclonais por meio de animais foi banida na Suíça, Holanda, Alemanha, Inglaterra e Suécia.

Na Itália, entre 2000 e 2001 mais de um terço das universidades abandonaram a utilização de animais para fins didáticos. A Província de Sul de Tirol, Itália, proibiu a experimentação em animais ao longo de seu território.

Nos EUA, mais de 100 faculdades de Medicina (70%) não utilizam animais vivos nas aulas práticas. As principais instituições de ensino da Medicina, como a Harvard, Columbia, Stanford e Yale julgam os laboratórios com animais vivos desnecessários para o treinamento médico

EMAIL PARA PROTESTO: medicina@unisul.br
para cima

Condomínio não pode proibir cães pequenos em apartamento

11/09/2007 - Consultor Jurídico

Os proprietários de um apartamento, em Taguatinga (DF), poderão criar seu cão de estimação na própria residência, apesar de as normas do condomínio proibirem a prática. A decisão é da 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Os desembargadores entenderam que os condôminos têm o direito de criar animais de estimação, desde que eles não tragam incômodo, transtorno ou perigo para a coletividade. O condomínio pode recorrer.

O casal autor da ação afirma que o filho já tinha o cão da raça Basset há quase três anos quando eles compraram o apartamento no condomínio Vitória Régia. Como o condomínio não permite a presença de animais, eles deram o cachorro logo que se mudaram. Acreditaram, na ocasião, que isso não causaria problemas à saúde do filho. Segundo os pais, o menino mantém acompanhamento psicológico e psiquiátrico. De acordo com os médicos, o tratamento do menino poderia ser melhor com a presença do animal porque a criança se queixa da perda.

A mãe da criança diz que procurou a síndica a fim de tentar obter autorização para possuir o cão em casa, mas não conseguiu. O casal sustenta que a proibição expressa na convenção do condomínio não pode se sobrepor ao direito de propriedade consagrado na Constituição Federal (artigo 5º, XXII) e no Código Civil (artigo 1.228), desde que não cause perturbação ao sossego e à saúde dos condôminos.

O Condomínio Vitória Régia alega que as suas normas internas são absolutas e têm força obrigatória. Segundo o condomínio, cabe somente à assembléia geral dos condôminos, se for o caso, modificar as regras.

De acordo com o síndico, as normas vigentes traduzem um projeto de vida condominial levado a efeito pela coletividade. O objetivo é zelar pela segurança, silêncio e limpeza. Além disso, a norma serve para atender as necessidades de condôminos que não gostam, não toleram ou não têm condições psicológicas de conviver com animais.

Para o condomínio, a pretensão dos autores fere o princípio da razoabilidade e o direito de propriedade dos demais condôminos. Segundo ele, tendo conhecimento da proibição de se criar qualquer raça de cachorro no local, o casal adquiriu o imóvel e tenta impor a todos a convivência com um cão.

De acordo com os desembargadores, se não há prova de que o animal põe em risco a tranqüilidade e a saúde dos condôminos, prevalece o direito individual, a ser exercido na justa medida, buscando compatibilizar as regras em confronto.
para cima

DIGA NÃO À REGULAMENTAÇÃO
DIGA SIM PELA PROIBIÇÃO TOTAL DO USO DE ANIMAIS



PL 1153/95 - ENVIE SUA MENSAGEM AOS DEPUTADOS
Pessoal,
O Projeto de Lei 1153/95, que REGULAMENTA O USO DE ANIMAIS EM EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL, está atualmente em tramitação no Congresso Nacional. Isto significa que os deputados decidirão, nos próximos dias, se a lei que PERMITE A EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL será aprovada ou não. Nós podemos agir da seguinte forma:
1) entre no site http://www2.camara.gov.br/internet/popular/falecomdeputado.html/
2) clique em "solicitar"
3) no espaço "Nome do Deputado", selecione a opção TODOS (é a última opção)
4) no espaço "Seu comentário", cole a seguinte mensagem:

Caros Deputados,
Gostaria de solicitar aos senhores que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 1153/1995, atualmente em tramitação, o qual regulamenta a EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL em todo o território nacional. Considero esta prática não só totalmente desnecessária como também antiética, cruel, irracional e prejudicial não só aos animais como também aos seres humanos. A ciência já avançou o suficiente para entender que o uso de animais em experimentos não possui nenhum valor científico, uma vez que somos anatomica, biológica, genética, metabólica e psquicamente distintos dos mesmos.

A campanha CONTRA a aprovação deste Projeto de Lei está crescendo na Internet, através de listas de discussão de email's e no Orkut. Milhares de pessoas estão acompanhando a ação dos senhores. Por isso, pensem bem antes de tomar uma decisão, e lembrem-se que milhares de futuros votos estão em jogo no momento.

Grato pela atenção,
(Nome)
(RG)
(CPF)
(cidade - estado)

- Não se esqueçam de colocar o nome, RG, CPF e cidade-estado, pois isto prova que vocês são ELEITORES!
DIVULGUEM PARA SUA LISTA DE CONTATOS! SE MILHARES DE PESSOAS ENVIAREM A MESMA MENSAGEM AOS DEPUTADOS, ELES PERCEBERÃO QUE UMA SIGNIFICATIVA PARTE DA POPULAÇÃO ESTÁ ACOMPANHANDO A TRAMITAÇÃO DO PROJETO DE LEI. ISTO INFLUENCIARÁ NA DECISÃO DELES!
Fábio Paiva
Ativista em defesa dos Direitos Animais
http://www.holocaustoanimal.org/
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/
junte-se ao boicote contra a China
http://www.thepetitionsite.com/takeaction/395884823

para cima

Almíscar

Perfume agradável, cheiroso...
ORIGEM: sofrimento de animais!
Este simpático animal, o almiscareiro ( Moschus moschiferus), mamífero da família dos cervídeos, originário da Ásia e da África, é provido de uma glândula em seu ventre Que secreta uma substância odorífera denominada almíscar. Recente Investigação da WSPA revela mais uma crueldade, Similar à dos ursos da China, para produzir perfumes à base de almíscar.

O animal capturado fica até 15 anos na mesma posição, Sendo manipulado apenas para retirada do líquido que produz o perfume.

Divulgue!
Muitos usam perfumes ou outros produtos que contém essa substância Sem saber da sua origem!!

Boicote é o primeiro passo para ajudar!
Não usem produtos que contenham almíscar natural! (Na dúvida, melhor não usar nenhum que seja de almíscar, jamais)
ALMÍSCAR => Mais uma vaidade à custa do sofrimento dos animais...
para cima

Cão evita acidente aéreo em aeroporto da Itália


Um cão da raça Volpino italiano "salvou" o vôo 1161 da companhia aérea Blue Air, que partia de Roma, na Itália, com destino a Bucareste, na Romênia. Ele conseguiu "avisar" o comandante da aeronave que o bagageiro estava aberto no momento em que o avião preparava-se para decolar. Segundo o jornal La Repubblica, caso o vôo tivesse decolado, a abertura da porta poderia ter impedido a pressurização correta da aeronave, causando graves problemas ao Boeing 737, que carregava 140 passageiros.

O cão, que tem 2 anos, conseguiu escapar da gaiola durante o procedimento de taxiamento da aeronave, que se dirigia até a pista e estava prestes a decolar. Ele então pulou para fora do bagageiro, pois a porta tinha sido deixada aberta. Já do lado de fora, o animal começou a correr atrás da aeronave na qual estava seu dono, o romeno Stoica Ionut, que avistou o cachorro na pista e informou uma comissária de bordo. Ela então comunicou o piloto, que interrompeu o procedimento de decolagem.

Inicialmente, Ionut pretendia levar o cão a bordo como bagagem de mão, tanto que a porta da gaiola utilizada para transportá-lo estava fechada apenas com uma fita adesiva, fora dos padrões exigidos pelas empresas aéreas. A companhia, entretanto, não admite animais a bordo, e encaminhou o Volpino imediatamente para o bagageiro da aeronave http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1821908-EI8142,00.html
para cima

NÃO ao uso de Animais no Ensino Superior

Enviado por: "Róber Freitas Bachinski" hoberfb@gmail.com - Qua, 18 de Jul de 2007 1:09 am Pessoal, por favor, assinem e divulguem essa petição. Ela é muito importante. Quanto mais pessoas assinarem, mais apoio teremos no processo de Objeção de Consciência contra a UFRGS ( www.gaepoa.org )

Para Assinar:
http://www.petitiononline.com/ensetico/petition-sign.html ?

NÃO AO USO DE ANIMAIS NO ENSINO!
O uso de animais no Ensino está a cada dia sendo mais questionado em todo o mundo, tanto pela sociedade civil, quanto por cientistas, profissionais, educadores e estudantes.
Um exemplo desse questionamento é que em 2003, 84% dos alunos do curso de Medicina Veterinária da FMVZ da USP, responderam que deveria constar como obrigatória a cadeira de "Ética e Bem-Estar Animal", enquanto que, em 2001, apenas 65% dos alunos eram favoráveis (SILVA, 2003, p. 74).
O uso prejudicial de animais na educação ainda é obrigatório na maioria das universidades brasileiras e não possuímos dados para computar a quantidade de vidas de animais desperdiçadas.
É importante salientar que essa prática não vitima apenas os animais. Muitos alunos também são vítimas morais da imposição dessas práticas, quando são colocados no dilema "matar para salvar" (GREIF, 2003. p. 15 – 22). O dilema "matar para salvar" está presente no conhecimento oculto transmitido para os alunos.
Devido a pressões sociais, na Inglaterra é proibido o uso de animais no ensino desde 1876, pela lei "Cruelty to Animals Act" (Ato de crueldade com Animais).
Em 1886 Áustria e Alemanha também aboliram o uso de animais no ensino.
Nos Estados Unidos, 75% das universidades não usam animais de forma didática, incluindo Columbia, Harvard, John Hopkins, Stanford e Yale, consideradas excelências no ensino.
No Brasil a Lei de Crimes Ambientais, 9.605 de 1998, no parágrafo 32 diz:
"Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º - Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º - A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorre morte do animal"
Se todas as universidades da Inglaterra, Alemanha e Áustria, mais 3/4 das universidades dos Estados Unidos não usam animais no ensino, significa que há alternativas. Devemos pressionar os professores a procurarem e utilizarem esses métodos.

NÓS NÃO APOIAMOS O USO DE ANIMAIS NO ENSINO SUPERIOR!
Por mais irreal que possa parecer, uma das drogas mais prescritas nos EUA e no Brasil é feita a partir de urina de éguas grávidas. Essa droga é o

Premarin

, um substituto de estrogênio fabricado pelo laboratório Wyeth-Ayerst e consumido por milhões de mulheres em todo o mundo, para aliviar os sintomas da menopausa.

Wyeth-Ayerst diz que o “ingrediente secreto”, urina de éguas grávidas (PMU- “pregnant mares’ urine”), coloca o medicamento à parte das outras drogas equivalentes existentes no mercado. Mas Premarin contém outro ingrediente secreto: Para produzir Premarin, éguas são engravidadas e presas em minúsculas celas de estábulos que medem 1,68 m x 2,43 m. Por seis meses, enquanto seus corpos estão produzindo altos índices de estrogênio, essas éguas não podem dar mais que um passo ou dois em nenhuma direção, se virar ou mesmo deitar confortavelmente. É comum desenvolverem fraqueza tal que nem podem ficar em pé.

As éguas são forçadas a usar um saco de borracha coletor de urina que machuca sua pele e causa feridas, 24 horas por dia. Também é negado acesso livre à água, para que a urina coletada contenha índices concentrados de estrogênio. Isso pode provocar problemas renais e de fígado, além de causar ferimentos por elas ficarem desesperadas na hora em que a água é distribuída, uma vez que sentem sede o tempo todo.

“Eu não sou uma pessoa preocupada com direitos dos animais. Se o Premarin fosse o melhor produto eu diria use e pro inferno os cavalos. Mas não é assim, portanto, eu não prescrevo”.
– Dr. Phillip Warner, diretor do Menopause Institute , Norte da California

“Uma nova bomba na relação estrogênios e doenças do coração. Dois estudos envolvendo milhares de mulheres mostram que a reposição de hormônios sintéticos aumenta o risco de ataque do coração em mulheres que estão na pós menopausa..”
PREMARIN®
(conjugated estrogens tablets)
“...é indicado para prevenção e controle da osteoporose , para o tratamento de sintoma vasomotor severo ou moderado e secura vaginal associados com menopausa. Pode haver efeitos colaterais com o uso de Premarin.Um é a possibilidade de se desenvolver câncer de útero...efeitos colaterais do PREMARIN incluem coágulos sangüíneos, náusea, vômitos e seios doloridos.”

PREMPHASE®
(conjugated estrogens/medroxyprogesterone acetate tablets)
“... Pode haver efeitos colaterais com o uso de PREMPRO e PREMPHASE. Estrogênio pode aumentar o risco de câncer de útero.”
para cima

Em casos de intoxicação de animais:

E intoxicação é destaque da linha de produtos da Vetnil.

Medicamento da Vetnil é utilizado pelos donos de pets como primeiro socorros para inibir a ação de substâncias tóxicas que podem causar a morte do animal. Por mais que o dono tenha extremo cuidado com a saúde do seu animalzinho, as situações inusitadas do dia-a-dia mostram que o pet pode ingerir por engano um veneno ou até substâncias tóxicas, podendo levá-lo à morte. Para que seus donos estejam preparados em casos de envenenamento e intoxicações, o laboratório veterinário Vetnil Group apresenta o

Enterex

como uma das primeiras medidas de tratamento.

O medicamento retém as toxinas e os venenos presentes no estômago e intestino do animal eliminando-os do organismo pelas fezes. Prescrito pelo médico veterinário, o ideal é que o dono do animal mantenha o Enterex em casa para qualquer imprevisto. Deve ser usado via oral, adicionado nos alimentos ou diluído na água, até 24 horas após a ingestão das substâncias nocivas.

O Enterex possui em sua formulação carvão ativado e zeolita, ingredientes que impedem a ação das substâncias tóxicas, e a pectina e o caulim, que protegem a mucosa intestinal. "Por não ter contra indicações, também auxilia no tratamento de diarréias, pois inibe a ação das toxinas produzidas por bactérias", afirma o gerente de Informação da Vetnil, Douglas Willens de Souza

Para pets, está disponível em saches de 8 gramas ou frasco de 40 gramas para diluição.*Mais informações no site www.vetnil.com ou no SAC 0800.109.197

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=13419
para cima

Um pequeno cão, da raça Chihuahua, salvou uma criança de 1 ano de ataque de uma cobra

na cidade de Masonville, no Estado do Colorado, Estados Unidos. Booker West, neto da dona do cachorro, estava brincando em uma fonte para pássaros no jardim de casa quando uma cobra se aproximou e avançou em sua direção.

"Ela se colocou entre Booker e a cobra, foi quando ouvi seu choro", contou o avô Monty Long. A pequena Zoey levou as picadas da cobra no lugar da criança.

A cadela recebeu atendimento médico e os veterinários chegaram a pensar que ela não sobreviveria, mas ela se recuperou totalmente. "Estes pequenos cães não recebem o crédito devido", disse a dona, Denise Long, ao jornal Loveland Daily Reporter-Herald.
para cima

Penas aplicadas para maus tratos de animais


No mês passado um homem foi condenado por abandonar uma cadela ao mudar-se de casa em Bauru (SP). Alex Aparecido Caldeira deixou “Lilica” amarrada ao trocar de residência e o animal foi obrigado a se alimentar das próprias fezes até ser encontrado, após uma quinzena. Como pena, foi multado e obrigado a permanecer durante 15 dias em detenção (os quais puderam ser cumpridos em liberdade). Ainda em junho, no Paraná, um homem foi condenado a oito meses de prisão em regime aberto e multa de dez salários por mutilar as patas traseiras de um cão da vizinhança.

Na mesma linha, em abril deste ano, Dorgival Nunes, foi condenado por matar sua cadela em Feira de Santana na Bahia. Ele executou seu animal de estimação e, após ser denunciado por um vizinho, assumiu o crime e foi processado judicialmente. Como pena, foi obrigado a prestar serviços para uma ong cuidando de cães e gatos. Um mês depois, no Rio Grande do Sul, um homem foi condenado a um ano e seis meses de prisão em regime aberto por maltratar um cavalo e forçá-lo a carregar excesso de peso.

Nos últimos dois anos acompanhamos pelo menos uma dezena de casos, em todo o país, em que crimes contra os animais resultaram em algum tipo de penalidade para os responsáveis. Atualmente contabilizamos a média de um ou dois casos mensais em todo o Brasil. Pode parecer um número pequeno, mas comparando-se aos inexpressivos, quase nulos, episódios do passado, esta é uma vitória notável.

Essas decisões da justiça reunidas – jurisprudência – são algo extremamente benéfico para a proteção dos animais. O artigo 32 da Lei Federal 9.605/98 indica que maus-tratos aos animais é crime, com pena de 3 meses a 1 ano de detenção e multa. A lei permite a transação penal, situação em que o réu primário deixa de ser processado e paga uma multa, além de prestar serviços comunitários.

Para saber um pouco mais sobre as implicações jurídicas deste acontecimento, o Notícias da ARCA conversou com o promotor Laerte Levai, reconhecido especialista em direito e justiça animal:

ARCA - Pode ser dito que os casos na justiça de violência contra animais estão ganhando uma certa jurisprudência?
Laerte -Em sentido técnico a jurisprudência é uma reunião de decisões judiciais vindas de julgamentos de processos. Embora as transações penais [troca do processo por multa e serviços prestados à comunidade] não sejam jurisprudências, elas têm esse mesmo sentido porque mostram uma inclinação jurídica em decidir os casos de uma forma similar. Portanto, há uma jurisprudência.

A legislação que protege os animais é satisfatória?
Existe uma crítica ao fato de a pena para esses crimes ser branda, mas antes celebrar uma boa transação penal que correr o risco de o processo resultar inútil.

A tendência é de que haja um número cada vez maior de condenações?
Em alguns casos o processo acontece sem nenhum benefício ao infrator (transação penal ou suspensão processual), gerando uma condenação. A tendência da Justiça, porém, é celebrar cada vez mais transações penais pedagógicas.

As penalidades são imputadas da maneira apropriada? Como o animal fica no meio disso tudo?
Essa questão é complicada em nosso sistema jurídico, onde o paradigma centrado sempre no homem é adotado pela maioria dos juristas. No meu entender o animal deve ser respeitado pelo que ele é, não pelo que ele pode servir ao homem. Quanto à melhor punição, é aquela que faz o infrator conscientizar-se de seu erro, seja mediante a obrigação de prestar serviços à coletividade, ou de contribuir com ONGs que defendem os animais.

Essas penalidades podem inibir novos crimes contra os animais?
É preciso que o cidadão saiba que maltratar animais constitui crime e que essa conduta pode gerar alguma reprimenda a ele. Não acredito, porém, que um malfeitor possa se regenerar apenas por ter sido punido. Parece-me que, em muitos casos, a maldade faz parte da natureza humana. Resta o consolo, porém, de que a condenação do infrator e a divulgação pública do que ele fez gera um efeito pedagógico importante na sociedade, estimulando outras pessoas a denunciar aqueles que cometem atos de crueldade.

Essa é uma vitória da proteção animal?
Sim, quanto mais pessoas souberem que maltratar animais é crime e que os abusos devem ser denunciados às autoridades competentes, mais acredito que a situação possa melhorar.

Quais seriam os próximos passos?
Trabalhar melhor a questão educacional. Fazer com que a essa educação não seja apenas sentimental, mas sobretudo racional, mostrando também que o direito dos animais existe e é correlato ao direito dos homens. Os legisladores também poderiam colaborar com a propositura de leis que favorecessem os animais explorados pelo homem. E a própria mídia pode ajudar nesse objetivo, seguindo o exemplo da TV Record que, recentemente, exibiu um ótimo documentário sobre os direitos dos animais no programa Repórter Record.

Qual o melhor procedimento para se denunciar maus-tratos animais?
Em se tratando de um crime, o denunciante pode acionar a Polícia Militar ou Ambiental, comparecer à delegacia do bairro para registrar ocorrência, buscar auxilio de alguma ONG de proteção animal ou, se preferir, encaminhar uma representação (denúncia escrita) ao Promotor de Justiça de sua cidade (Ministério Público).

para cima